Antes
Organizar o ambiente, identificar riscos e ensinar habilidades que ajudam a prevenir crises.
Inscreva-seCurso teórico e prático para quem cuida, ensina ou acompanha pessoas autistas e pessoas com outros transtornos do neurodesenvolvimento que podem apresentar comportamentos de risco.
O PGCR foi criado a partir da experiência com essa população. O curso aborda respostas que envolvem agressão, autolesão, destruição, evasão e outras situações que podem causar danos à própria pessoa, a outras pessoas ou ao ambiente. Seus princípios também podem contribuir com outras populações quando são respeitadas as necessidades individuais e os limites de competência.
Organizar o ambiente, identificar riscos e ensinar habilidades que ajudam a prevenir crises.
Reconhecer a escalada e seguir respostas planejadas de acordo com o nível de risco.
Apoiar a recuperação, registrar o episódio e revisar o que precisa ser ajustado.
O participante aprende a compreender o comportamento, prevenir situações evitáveis, reconhecer a escalada, usar protocolos e responder de forma individualizada e proporcional ao risco.
No PGCR, comportamento de risco é uma ação que, pela intensidade, frequência ou contexto, aumenta a possibilidade de dano à própria pessoa, a outras pessoas ou ao ambiente e pode limitar segurança, participação e qualidade de vida.
Não usamos palavras como “agressivo” ou “problemático” para definir um comportamento e muito menos uma pessoa. Esses rótulos podem aumentar o estigma, esconder o contexto e transformar uma situação em uma característica individual. Por isso, descrevemos o que acontece e avaliamos o risco concreto antes de decidir como agir.
Descrever a resposta de forma observável, sem adjetivos e sem presumir intenção.
Considerar gravidade, probabilidade, urgência, exposição, ambiente e recursos disponíveis.
Analisar função, comunicação, necessidades, assentimento e possibilidades de prevenção.
A mesma resposta pode representar riscos diferentes em contextos diferentes. O nome do comportamento não determina a conduta. A avaliação individualizada da pessoa, do ambiente e do risco orienta a decisão.
Comportamentos de risco podem limitar segurança, aprendizagem, participação e acesso a serviços.
O PGCR prepara profissionais, familiares e cuidadores para observar melhor, reconhecer riscos com antecedência e construir respostas individualizadas, preservando autonomia, dignidade e qualidade de vida.
Olhar além da aparência do comportamento e considerar contexto, função, comunicação e necessidades.
Organizar ambientes, ensinar habilidades e reconhecer os primeiros sinais de desconforto ou aceleração.
Tomar decisões proporcionais, planejadas e minimamente restritivas quando existe risco relevante.
Grande parte do trabalho acontece muito antes de uma crise.
Organização, segurança física e processos institucionais.
Preferências, necessidades, sinais de assentimento e recusa.
Respostas alternativas, tolerância, cooperação e autonomia.
Riscos, responsabilidades e condutas discutidas previamente.
Reconhecer em que fase a pessoa está ajuda a agir mais cedo e evita intervenções mais restritivas do que a situação exige.
Vínculo, comunicação, participação, ensino de habilidades e prevenção.
Reconhecer sinais, adaptar o ambiente e evitar que a situação avance.
Priorizar a segurança com decisões proporcionais e previamente planejadas.
Respeitar o tempo da pessoa, reduzir pressões, registrar e aprender com o episódio.
A disponibilidade para aprender, comunicar e tomar decisões muda ao longo da escalada. Por isso, reconhecer os sinais iniciais e agir preventivamente é mais seguro do que esperar pelo pico.

O protocolo transforma decisões clínicas e de segurança em orientações claras. Ele aumenta a consistência entre as pessoas envolvidas e organiza informações essenciais:
O assentimento atravessa toda a formação: da organização das atividades às decisões em situações de maior risco. O curso ensina a observar sinais verbais e não verbais de aproximação, participação, desconforto e recusa.
Diante de risco imediato, a decisão deve considerar gravidade, proporcionalidade, menor restrição e retorno às condições de escolha assim que possível.
Saber explicar uma conduta é diferente de conseguir executá-la com clareza e segurança diante de uma situação difícil.
Princípios da Análise do Comportamento, prevenção, função, risco e tomada de decisão.
Exercícios para transformar informações relevantes em orientações aplicáveis.
Treino das habilidades previstas no curso em situações estruturadas e seguras.
Prática supervisionada para corrigir decisões e desenvolver maior consistência.
O participante aprende critérios para analisar situações e decidir o que fazer.
Os temas são trabalhados com explicações conceituais, análise de casos, elaboração de protocolos, simulações e prática supervisionada.
Origem do curso, definição de comportamentos de risco, valores, condutas éticas, assentimento, ensino de habilidades e modelos de referência.
Conceitos da Análise do Comportamento, operações motivadoras, avaliação funcional, funções do comportamento e preferências da pessoa.
Ambiente físico, prevenção de evasões, processos de segurança, Protocolo de Condutas, supervisão e treinamento de familiares e cuidadores.
Prevenção em camadas, estratégias orientadas pela função, ajustes de antecedentes e consequências e ações para cada fase da curva de crise.
Sinais de aceleração, desescalada, critérios para reconhecer o pico e organização da equipe diante de uma situação de maior risco.
Segurança pessoal, postura, evasão, esquiva, desengates e Procedimentos de Segurança Emergencial, com critérios claros de início e encerramento.
Recuperação, acolhimento, debriefing com a pessoa e a equipe, documentação, registro e revisão das estratégias utilizadas.
As intervenções físicas aparecem como um conteúdo específico e limitado, reservado a situações de risco relevante e sempre integrado a critérios, planejamento, proporcionalidade e menor restrição.
Imagens de encontros presenciais, discussões de casos, atividades práticas e conclusão das turmas.

Trechos e sínteses dos relatos publicados pela Mova sobre a experiência no PGCR.
“revisitar criticamente minha atuação”
Victoria relata que o curso ampliou sua análise da prática clínica, especialmente no uso de estratégias antecedentes para prevenir comportamentos de maior risco.
“muito além das manobras”
Taynã conta que procurou o curso pelas técnicas físicas, mas encontrou como principal aprendizado uma perspectiva de cuidado individualizada, respeitosa e aplicável a diferentes contextos.
“foco em estratégias de prevenção”
Bruna destaca a relevância técnica, a clareza dos instrutores e o compromisso ético. Ela afirma que passou a se sentir mais segura para atuar em casos desafiadores.
O curso foi pensado para quem participa diretamente do cuidado, ensino, acompanhamento ou tomada de decisão relacionada a pessoas que apresentam comportamentos de risco.
Psicólogos e analistas do comportamento
Fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais
Profissionais da saúde e da educação
Equipes clínicas e escolares
Coordenadores, supervisores e gestores
Familiares e cuidadores
A história da Análise do Comportamento inclui períodos em que a prática se concentrou excessivamente em reduzir respostas classificadas como inadequadas. O PGCR reconhece essa história e assume outro compromisso: analisar o comportamento sem reduzir a pessoa a ele.
Isso exige considerar contexto, função, comunicação, preferências, assentimento, participação ativa e qualidade de vida. O objetivo não é tornar a pessoa mais conveniente para o ambiente, mas construir condições seguras para que ela participe, aprenda e desenvolva autonomia.
A mudança também alcança os serviços. Ambientes, responsabilidades, treinamento, supervisão, protocolos, registros e o acompanhamento de procedimentos restritivos precisam ser revistos continuamente.
Lucas e Kalvyn criaram o PGCR a partir de uma dificuldade observada repetidamente: pessoas autistas e pessoas com outros transtornos do neurodesenvolvimento perdiam oportunidades de cuidado, aprendizagem e participação porque poucas equipes estavam preparadas para lidar com situações de risco sem improviso.
Compartilhar conhecimento aplicável para que profissionais, familiares e cuidadores consigam compreender, prevenir e responder a comportamentos de risco com planejamento, ciência, ética e respeito à pessoa.
Unir prevenção, análise funcional, prática supervisionada, protocolos individualizados, assentimento e critérios claros para intervenções físicas. O curso ensina a avaliar riscos, tomar decisões e reduzir a necessidade de medidas restritivas.

Psicólogo especializado em ABA aplicada ao TEA, com formação pelo IEPSIS e mestrando em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela PUC-SP. Atua na clínica, na supervisão de equipes e na construção de intervenções individualizadas em diferentes fases do desenvolvimento, com atenção especial à adolescência. É criador e instrutor do PGCR.

Psicólogo com mais de dez anos de experiência em ABA. Atua na coordenação e supervisão de equipes e no manejo de comportamentos de risco grave. Criador e instrutor do PGCR e coordenador da Mova Academy.
A inscrição é concluída no ambiente da Hotmart. As formas de pagamento e o parcelamento disponíveis aparecem no momento da compra, e a confirmação é enviada por e-mail após a aprovação do pagamento. Acessar a página de inscrição.
Não. O PGCR diferencia contenção de Procedimento de Segurança Emergencial. O PSE é um recurso físico temporário e de último recurso, com critérios de uso, proporcionalidade, acompanhamento e encerramento. A maior parte do curso é dedicada à prevenção e à redução da necessidade desse tipo de intervenção.
Sim. A nota fiscal é emitida com os dados informados na compra e enviada ao e-mail cadastrado.
A experiência é valorizada. O curso ajuda a organizar conhecimentos, revisar hábitos de atuação, identificar pontos cegos e conhecer práticas atuais relacionadas a assentimento, avaliação funcional, prevenção e menor restrição.
Sim. Grande parte do PGCR trata do que acontece antes do pico: leitura de sinais, comunicação, organização ambiental, ensino de habilidades e prevenção. Esse repertório é útil mesmo quando os comportamentos atuais têm baixa intensidade.
Sim. Os princípios de prevenção, avaliação de risco, desescalada, protocolo e documentação podem ser utilizados em diferentes idades. Qualquer procedimento físico precisa ser selecionado de acordo com o perfil da pessoa, o risco, o contexto e a quantidade de profissionais treinados disponível.
Funciona em diferentes contextos. Na escola, o planejamento considera sinais em sala, circulação de outras pessoas, características do espaço, formas de pedir ajuda, responsabilidades da equipe e documentação. As estratégias precisam ser adaptadas sem abandonar os princípios do curso.
Não. As técnicas físicas exigem treinamento presencial, prática supervisionada e demonstração de competência. Já os princípios de prevenção, leitura de sinais, organização ambiental e uso de protocolos podem e devem ser discutidos com a equipe dentro dos limites de cada função.
Participar sozinho ainda amplia sua capacidade de prevenir, observar e planejar. Porém, algumas respostas de segurança exigem atuação coordenada de mais de uma pessoa treinada. O cenário mais seguro é preparar quem participa diretamente dos casos de maior risco.
O curso oferece uma base funcional e supervisionada, mas não transforma o participante em especialista. A metodologia combina instrução, demonstração, ensaio e feedback. A fluência se consolida com prática continuada, revisão e supervisão após a formação.
Profissionais de saúde e educação, analistas do comportamento, equipes clínicas e escolares, coordenadores, familiares e cuidadores podem participar. Cada pessoa deve respeitar sua formação, sua função e seus limites de competência.
Não. O curso apresenta os princípios da Análise do Comportamento necessários para acompanhar a formação, usando linguagem acessível a diferentes profissionais, familiares e cuidadores.
Não. As decisões dependem da pessoa, do contexto, da função provável do comportamento, da gravidade do risco, dos recursos disponíveis e do protocolo individualizado.
Não. O certificado não substitui formação profissional, registro, avaliação especializada ou supervisão. Reconhecer limites e encaminhar decisões que exigem outra competência também faz parte da segurança.
Consulte as condições vigentes e conclua sua inscrição na página oficial do PGCR na Hotmart.
Ir para a inscrição Você será direcionado para o ambiente de pagamento da Hotmart.O PGCR ensina como compreender situações de risco, planejar condutas e agir dentro dos limites de cada função profissional.
Fazer inscrição